11 de outubro – Dia da Pessoa com Deficiência Física

Com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre a qualidade de vida e os direitos das pessoas com deficiência física, no dia 11 de outubro é celebrado no Brasil o Dia da Pessoa com Deficiência Física.

Embora tenha havido muitos avanços para o grupo nos últimos anos por meio da criação de normas, decretos e leis, como as regulamentações de artigos da Lei Brasileira de Inclusão (LBI), que dispõe, entre outros, sobre a obrigatoriedade de acessibilidade em hotéis, pousadas e similares e assentos preferenciais e espaços livres para pessoas com deficiência nos cinemas, teatros, casas de shows e estádios, é fundamental que a população também faça a sua parte na inclusão.

Veja algumas dicas que podem ajudar no relacionamento com os deficientes físicos.

·  É importante perceber que para uma pessoa sentada é incômodo ficar olhando para cima por muito tempo. Portanto, ao conversar por mais tempo que alguns minutos com uma pessoa que usa cadeira de rodas, se for possível, lembre-se de sentar, para que você e ela fiquem com os olhos no mesmo nível.

·  A cadeira de rodas (assim como as bengalas e muletas) é parte do espaço corporal da pessoa, quase uma extensão do seu corpo. Apoiar-se na cadeira de rodas é tão desagradável como fazê-lo numa cadeira comum onde uma pessoa está sentada.

·  Ao empurrar uma pessoa em cadeira de rodas, faça-o com cuidado. Preste atenção para não bater naqueles que caminham à frente. Se parar para conversar com alguém, lembre-se de virar a cadeira de frente para que a pessoa também possa participar da conversa.

·  Mantenha as muletas ou bengalas sempre próximas à pessoa com deficiência.

·  Se achar que ela está em dificuldades, ofereça ajuda e, caso seja aceita, pergunte como deve proceder. As pessoas têm suas técnicas individuais para subir escadas, por exemplo, e, às vezes, uma tentativa de ajuda inadequada pode até atrapalhar. Outras vezes, o auxílio é essencial. Pergunte e saberá como agir e não se ofenda se a ajuda for recusada.

·  Se você presenciar um tombo de uma pessoa com deficiência, ofereça-se para auxiliá-la, mas pergunte-a como.

·  Esteja atento para a existência de barreiras arquitetônicas quando for escolher uma casa, restaurante, teatro ou qualquer outro local que queira visitar com uma pessoa com deficiência física.

·  Não se acanhe em usar termos como “andar” e “correr”. As pessoas com deficiência física empregam naturalmente essas mesmas palavras.

Fonte: Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos/ Câmara dos Deputados

Dra. Solange Emanuelle Volpato Steckert
Dermatologia | CRM/SC 15086 | RQE 16474

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Centro Catarinense de Cardiologia – (48) 3222-1798

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