Cigarro eletrônico faz muito mal à saúde!

Se você pensou em substituir o cigarro convencional pelo eletrônico com intuito de ser menos prejudicial à saúde, saiba que ele não é tão inofensivo quanto aparenta! Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o produto tem substâncias cancerígenas e aditivos com efeitos tóxicos ainda desconhecidos.

O dispositivo é alimentado por uma bateria que contém um cartucho que armazena nicotina líquida, água, substâncias aromatizantes e solventes. Assim sendo, não é recomendado tendo em vista que qualquer produto derivado do tabaco causa dependência e é prejudicial à saúde.

Estudos demonstraram que o cigarro eletrônico aumenta o risco de infarto agudo do miocárdio e de doenças respiratórias e pulmonares, como a asma.

De acordo com o INCA, estes produtos representam dois tipos de riscos: o individual, que é o surgimento de doenças relacionadas ao uso, a ocorrência de explosões e a intoxicação, principalmente por crianças, pelo contato com seu líquido; e o risco coletivo, que seria o impacto da entrada e consumo destes produtos nas medidas de controle do tabaco de um país.

Vale ressaltar que como medida de precaução e proteção à saúde população o cigarro eletrônico é proibido no Brasil. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proíbe a comercialização, importação e propaganda de quaisquer Dispositivos Eletrônicos para Fumar (DEF).  

Fonte: Saúde Brasil